O hiper no modernismo e na ficção
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| Publication Date: | 2011 |
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| Source: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Download full: | http://hdl.handle.net/10400.14/7298 |
Summary: | O conceito de hiper-modernidade, cunhado por Gilles Lipovetsky em meados da década de 1970, parece indicar uma ruptura com o modernismo e a noção de pósmodernidade. Veremos neste breve exercício crítico se tais pressupostos se justificam e tentaremos verificar quão distante (ou próximo) o hiper-modernismo está das sociedades ditas pós-modernas. O próprio Jean-François Lyotard já previa o fim dos grandes esquemas explicativos do mundo e com ele o término da linearidade histórica rumo ao progresso. Assim sendo, fará sentido pensarmos nas grandes narrativas de ontem à luz de uma sociedade em constantes mutações? Que pensar desses novos formatos de comunicação que são as meta e hiper-narrativas? Num mundo globalizado e digitalizado não será de prever uma mutação na forma como cada um entende o texto, a literatura e a ficção; Como cada um entende a ciber-literatura (Jean-Clément) ? E essa ciber literatura não será ela própria uma forma de produção da hiper-ficção ou não serão os romances generativos, promovidos por Jean-Pierre Balpe, um dispositivo narrativo próprio do nosso tempo? As lan-party, os videojogos em rede para multi-jogador, as vivências excêntricas do artista francês Matthieu Laurette, são alguns dos exemplos que veremos nesta curta viagem ao mundo da ficção e do modernismo elevados à potência do hiper. |
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O hiper no modernismo e na ficçãoHipermodernismoFicçãoInteractividadeNarrativaHipernarrativaO conceito de hiper-modernidade, cunhado por Gilles Lipovetsky em meados da década de 1970, parece indicar uma ruptura com o modernismo e a noção de pósmodernidade. Veremos neste breve exercício crítico se tais pressupostos se justificam e tentaremos verificar quão distante (ou próximo) o hiper-modernismo está das sociedades ditas pós-modernas. O próprio Jean-François Lyotard já previa o fim dos grandes esquemas explicativos do mundo e com ele o término da linearidade histórica rumo ao progresso. Assim sendo, fará sentido pensarmos nas grandes narrativas de ontem à luz de uma sociedade em constantes mutações? Que pensar desses novos formatos de comunicação que são as meta e hiper-narrativas? Num mundo globalizado e digitalizado não será de prever uma mutação na forma como cada um entende o texto, a literatura e a ficção; Como cada um entende a ciber-literatura (Jean-Clément) ? E essa ciber literatura não será ela própria uma forma de produção da hiper-ficção ou não serão os romances generativos, promovidos por Jean-Pierre Balpe, um dispositivo narrativo próprio do nosso tempo? As lan-party, os videojogos em rede para multi-jogador, as vivências excêntricas do artista francês Matthieu Laurette, são alguns dos exemplos que veremos nesta curta viagem ao mundo da ficção e do modernismo elevados à potência do hiper.VeritatiCaires, Carlos Sena2011-12-14T11:55:42Z2011-052011-05-01T00:00:00Zbook partinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.14/7298porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2025-03-13T13:22:04Zoai:repositorio.ucp.pt:10400.14/7298Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-29T01:55:50.542804Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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O conceito de hiper-modernidade, cunhado por Gilles Lipovetsky em meados da década de 1970, parece indicar uma ruptura com o modernismo e a noção de pósmodernidade. Veremos neste breve exercício crítico se tais pressupostos se justificam e tentaremos verificar quão distante (ou próximo) o hiper-modernismo está das sociedades ditas pós-modernas. O próprio Jean-François Lyotard já previa o fim dos grandes esquemas explicativos do mundo e com ele o término da linearidade histórica rumo ao progresso. Assim sendo, fará sentido pensarmos nas grandes narrativas de ontem à luz de uma sociedade em constantes mutações? Que pensar desses novos formatos de comunicação que são as meta e hiper-narrativas? Num mundo globalizado e digitalizado não será de prever uma mutação na forma como cada um entende o texto, a literatura e a ficção; Como cada um entende a ciber-literatura (Jean-Clément) ? E essa ciber literatura não será ela própria uma forma de produção da hiper-ficção ou não serão os romances generativos, promovidos por Jean-Pierre Balpe, um dispositivo narrativo próprio do nosso tempo? As lan-party, os videojogos em rede para multi-jogador, as vivências excêntricas do artista francês Matthieu Laurette, são alguns dos exemplos que veremos nesta curta viagem ao mundo da ficção e do modernismo elevados à potência do hiper. |
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