Implementação de um modelo de supervisão clínica em enfermagem : perspetivas dos supervisores
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2013 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) |
| Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.26/9447 |
Resumo: | A Supervisão Clínica em Enfermagem (SCE) assume um papel cada vez mais importante para a prática da enfermagem, visto que o seu principal objetivo é proporcionar condições para o desenvolvimento profissional e pessoal do enfermeiro, procurando ao mesmo tempo despertar a capacidade de reflexão sobre a ação, de forma a criar uma prática mais segura e de qualidade. A supervisão, na sua essência, inclui princípios, estilos, modelos, implementação contextualizada, bem como funções ajustadas para o supervisor e para o supervisado. No entanto, existem perceções erradas sobre o conceito de supervisão, sobre a função do supervisor e do supervisado, bem como as perceções que as instituições de saúde assumem face à supervisão clínica (SC). Partindo deste pressuposto, tornou-se pertinente compreender as perspetivas, emoções e dificuldades experienciadas pelo Enfermeiro Supervisor Clínico (ESC) durante a implementação do Modelo de Supervisão Clínica em Enfermagem Contextualizado (MSCEC), uma vez que este é um elemento fundamental no processo de supervisão. Com este estudo, pretendeu-se analisar as consequências e a implementação do MSCEC no Centro Hospitalar Médio Ave, E.P.E. (CHMA), bem como contribuir para a melhoria de futuros modelos de SCE, através das perspetivas dos ESC. O estudo parte da questão: “Qual a perspetiva dos enfermeiros supervisores durante a implementação de um modelo de supervisão clínica?”, pelo que foram estabelecidos os seguintes objetivos: identificar os fatores motivacionais dos ESC no decorrer da implementação do MSCEC no CHMA; identificar a necessidade de caracter formativo dos ESC no decorrer da implementação do MSCEC no CHMA; analisar os fatores limitadores mencionados pelo ESC na implementação do MSCEC no CHMA; analisar os fatores facilitadores mencionados pelo ESC na implementação do MSCEC no CHMA; compreender as dificuldades sentidas pelos ESC durante a implementação do MSCEC no CHMA; compreender as vantagens da implementação do MSCEC no CHMA na perspetiva do ESC e por último compreender as desvantagens da implementação do MSCEC no CHMA na perspetiva do ESC. IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE SUPERVISÃO CLÍNICA EM ENFERMAGEM: PERSPETIVAS DOS SUPERVISORES 16 Consistiu num estudo de natureza qualitativa, cujos participantes foram os sete ESC envolvidos no projeto” Supervisão Clínica para a Segurança e Qualidade dos Cuidados – C-S2AFECARE-Q”. A colheita de dados foi realizada através de uma entrevista semiestruturada, após a qual se procedeu à análise de conteúdo dos dados obtidos. Concluiu-se que a motivação dos ESC parte de diferentes perspetivas, e que a formação em SC é fundamental para a implementação de um modelo de SCE. Foram ainda identificados os diversos fatores que facilitam e dificultam a implementação do processo supervisivo, onde se salientam, o suporte fornecido pela instituição e a desmotivação profissional e pessoal vivenciada pelos enfermeiros envolvidos. Para além disso, foram identificadas as vantagens e desvantagens que o projeto supervisivo acarreta para os enfermeiros, instituição e utentes onde a relação entre a SCE e a qualidade e segurança dos cuidados são reconhecidos através da prática reflexiva, do aumento de conhecimentos e competências, do suporte e do feedback fornecido. |
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Implementação de um modelo de supervisão clínica em enfermagem : perspetivas dos supervisoresSupervisão clínica em enfermagemModelo de supervisão clínica em enfermagem contextualizadoA Supervisão Clínica em Enfermagem (SCE) assume um papel cada vez mais importante para a prática da enfermagem, visto que o seu principal objetivo é proporcionar condições para o desenvolvimento profissional e pessoal do enfermeiro, procurando ao mesmo tempo despertar a capacidade de reflexão sobre a ação, de forma a criar uma prática mais segura e de qualidade. A supervisão, na sua essência, inclui princípios, estilos, modelos, implementação contextualizada, bem como funções ajustadas para o supervisor e para o supervisado. No entanto, existem perceções erradas sobre o conceito de supervisão, sobre a função do supervisor e do supervisado, bem como as perceções que as instituições de saúde assumem face à supervisão clínica (SC). Partindo deste pressuposto, tornou-se pertinente compreender as perspetivas, emoções e dificuldades experienciadas pelo Enfermeiro Supervisor Clínico (ESC) durante a implementação do Modelo de Supervisão Clínica em Enfermagem Contextualizado (MSCEC), uma vez que este é um elemento fundamental no processo de supervisão. Com este estudo, pretendeu-se analisar as consequências e a implementação do MSCEC no Centro Hospitalar Médio Ave, E.P.E. (CHMA), bem como contribuir para a melhoria de futuros modelos de SCE, através das perspetivas dos ESC. O estudo parte da questão: “Qual a perspetiva dos enfermeiros supervisores durante a implementação de um modelo de supervisão clínica?”, pelo que foram estabelecidos os seguintes objetivos: identificar os fatores motivacionais dos ESC no decorrer da implementação do MSCEC no CHMA; identificar a necessidade de caracter formativo dos ESC no decorrer da implementação do MSCEC no CHMA; analisar os fatores limitadores mencionados pelo ESC na implementação do MSCEC no CHMA; analisar os fatores facilitadores mencionados pelo ESC na implementação do MSCEC no CHMA; compreender as dificuldades sentidas pelos ESC durante a implementação do MSCEC no CHMA; compreender as vantagens da implementação do MSCEC no CHMA na perspetiva do ESC e por último compreender as desvantagens da implementação do MSCEC no CHMA na perspetiva do ESC. IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE SUPERVISÃO CLÍNICA EM ENFERMAGEM: PERSPETIVAS DOS SUPERVISORES 16 Consistiu num estudo de natureza qualitativa, cujos participantes foram os sete ESC envolvidos no projeto” Supervisão Clínica para a Segurança e Qualidade dos Cuidados – C-S2AFECARE-Q”. A colheita de dados foi realizada através de uma entrevista semiestruturada, após a qual se procedeu à análise de conteúdo dos dados obtidos. Concluiu-se que a motivação dos ESC parte de diferentes perspetivas, e que a formação em SC é fundamental para a implementação de um modelo de SCE. Foram ainda identificados os diversos fatores que facilitam e dificultam a implementação do processo supervisivo, onde se salientam, o suporte fornecido pela instituição e a desmotivação profissional e pessoal vivenciada pelos enfermeiros envolvidos. Para além disso, foram identificadas as vantagens e desvantagens que o projeto supervisivo acarreta para os enfermeiros, instituição e utentes onde a relação entre a SCE e a qualidade e segurança dos cuidados são reconhecidos através da prática reflexiva, do aumento de conhecimentos e competências, do suporte e do feedback fornecido.Carvalho, António LuísRepositório ComumBorges, Paula Cristina2015-07-22T09:16:00Z20132013-01-01T00:00:00Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.26/9447urn:tid:201209039porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)instname:FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiainstacron:RCAAP2025-04-04T16:33:52Zoai:comum.rcaap.pt:10400.26/9447Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireinfo@rcaap.ptopendoar:https://opendoar.ac.uk/repository/71602025-05-29T06:20:09.431984Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) - FCCN, serviços digitais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiafalse |
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