Estudo in vitro da resistência adesiva ao esmalte, por microtração, de um sistema adesivo universal comercial sem Bis-Gma e de sistemas adesivos universais comerciais.

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Vilela, Ana Cecília Penedo Pereira de Oliveira
Data de Publicação: 2019
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)
Texto Completo: http://hdl.handle.net/10400.26/31019
Resumo: Objetivo: O estudo teve como objetivo avaliar a resistência adesiva ao esmalte, por microtração, de um sistema adesivo universal comercial sem Bis-GMA comparativamente com outros sistemas adesivos universais comerciais. Materiais e métodos: Foram utilizados 15 dentes molares hígidos, extraídos há menos de 6 meses, sendo distribuídos aleatoriamente por 3 grupos (n=5). Posteriormente, os dentes foram seccionados paralelamente ao longo eixo do dente, no sentido vestíbulolingual ou vestíbulo-palatino de forma a obtermos 2 espécimes por grupo (n=10). Foi efetuada a simulação da Smear layer no esmalte, através de discos abrasivos de CSi com 600 grit e de seguida foram aplicados os sistemas adesivos selecionados para cada grupo segundo o protocolo Etch-and-rinse e de acordo com as instruções dos fabricantes: Grupo1 – Scotchbond Universal (3M ESPE, St Paul, USA); Grupo 2 – Futurabond U (VOCO GmbH, Cuxhaven, Alemanha); Grupo 3 – Ambar Aps (DentscareSCARE Ltda, Brasil). Após a aplicação dos sistemas adesivos, foram construídos blocos de resina (FiltekTM Z250), com aproximadamente 6 a 8 mm, sendo fotopolimerizados a cada 2 mm. Após 24h de armazenamento em água desionizada, numa estufa a 37ºC, os espécimes foram seccionados em palitos de 1 mm2. De seguida, os palitos viáveis obtidos em cada grupo, foram submetidos a um teste de microtração (μTBS) à velocidade constante de 0.5 mm/min sendo registados os valores da força aplicada no momento da fratura do palito. As fraturas foram classificadas como adesivas, coesivas de resina, coesivas de esmalte ou mistas. Os resultados foram analisados com recurso a um modelo linear misto (p≤0,05) através do programa SPSS. Resultados: Os resultados obtidos não demonstram diferenças significativas na resistência adesiva entre os três adesivos estudados (Scotchbond Universal, Futurabond U e Ambar Aps) (p≥0.05, sendo o obtido p=0.195). Conclusões: Apesar das limitações deste estudo in vitro, podemos concluir que a utilização de sistemas adesivos universais sem Bis-GMA é igualmente eficaz quando comparados com os sistemas adesivos que contém Bis-GMA, não existindo diferenças estatisticamente significativas na resistência adesiva ao esmalte entre os três sistemas adesivos universais. Desta forma é aceite a hipótese nula.
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