Editorial
| Autor(a) principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2025 |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | por |
| Título da fonte: | Revista FATEC Zona Sul |
| Texto Completo: | https://www.revistarefas.com.br/RevFATECZS/article/view/787 |
Resumo: | Honrado por ser convidado a escrever o editorial de uma revista, como a Refas – Revista Fatec Zona Sul, que acompanho com bastante atenção e entusiasmo, desde, senão me engano, 2017. Honrado por que sei também, o quanto incentiva estudantes e professores, abrindo portas para que escrevam, documentando e divulgando seus trabalhos e seus pensamentos, enfatizando o quanto é importante que o façam aqueles que fazem ou fizeram na pós-graduação stricto e lato sensu, professores, cientistas, analistas, gestores e discentes em áreas tão importantes e distintas como administração, negócios, economia, direito, engenharias, planejamento urbano, entre outras e é claro a educação de maneira geral Feliz por poder abrir, com minhas palavras, um veículo que permite, aos leitores e olhem que há muitos, acessar trabalhos tão bem estruturados e que com certeza agregam aos interessados, ao ajudar a resolver suas questões pessoais, educacionais, profissionais, de negócios etc. Por receber esta honra e antes de sentar-me para digitar essas linhas, me perguntei, o que era uma revista, me questionei se sabia desde quando se conhece o conceito e em que circunstâncias e contextos ela surge e progride? Claro que fui me inteirar. Procurei em livros, perguntei a um amigo, fui à cata no aplicativo famoso, em outro aplicativo ligado à inteligência artificial e pasmem, até em algumas revistas que tive próximas. E descobri: que enquanto os jornais são planejados para atrair o público em geral, as revistas pretendem divulgar textos específicos a grupos com interesses específicos. Sua evolução aconteceu na Europa. Dos folhetos impressos para os panfletos, e destes para os almanaques, foram sendo preenchidas faixas consideradas intermediárias entre os jornais e os livros. Considera-se que a primeira revista tenha sido a publicação alemã de 1663, Erbauliche Monaths-Unterredungen (Discussões Mensais Edificantes). Ela teve por responsável em seu início Johann Rist, poeta e teólogo de Hamburgo, a revista refletia fortemente suas duas vocações e apareceu irregularmente uma vez por mês durante cinco anos. Outras revistas de tendência religiosa ou filosófica logo apareceram, entre elas, o chamado Journal des Seavans a mais antiga revista francesa, em 1665, e a Philophical Transactions, da Royal Society de Londres, no mesmo ano. Mais para a frente, Filosofia, religião e literatura vieram a se fundir na primeira revista italiana, a Giornale de Letterati, que se originou em 1668 sob a edição do clérigo e estudioso Francesco Nazzari. Mas, dito tudo o que coloquei anteriormente, volto à realidade e percebo que uma boa quantidade de pessoas e da mídia em geral, diz costumeiramente que, estamos em crise. De minha parte, aqui assistindo e convivendo com quase tudo, digo, ou melhor pergunto: E quando nâo estivemos? No dia a dia, nos negócios, nas relações quaisquer que sejam elas, corremos cada um de nós, riscos. Os chineses afirmam, em sua filosofia milenar, que crises trazem oportunidades e riscos. Eu, por minha conta acrescentaria, se há crise, podem aparecer ou ser vislumbradas oportunidades. São esses momentos, todos, que nos mostram problemas, que nos levam a buscar soluções e que nos fazem aprender a fazer algo ou a não o repetir. É esse o momento em que nasce o empreendimento, surge o estudo, acontece a pesquisa, apresentam-se teorias e práticas, a ciência e por que não, os fakenews. Ao obter dados, trabalhando-os ganhamos informações que tratadas com carinho nos levam a ter conhecimento. Com esses conhecimentos chegamos ao saber, à sabedoria. É preciso usá-la e passar a outros, para que façam uso, que evoluam, e evoluam com mais dados, para passar a outras gerações, deixar como legado e isso só ocorre via comunicação. A comunicação, que pode ser falada, contando para os outros, chamando a atenção via histórias trabalhadas e bem apresentadas, ou, pode e deve ser escrita. Escrever algo, fruto de pesquisa, de estudo, demanda regras, umas mais jornalísticas, noticiosas, outras científicas. E aqui temos a Refas, a Revista Fatec Zona Sul, que apresenta trabalhos ricos, contundentes, que alimentam aos leitores. E que se encontra aberta para recepcionar autores e apresentar artigos que contém saberes suficientes para permitir aos leitores seguir caminhos que cada um saberá identificar no meio das suas ou do seu ambiente, crises, com seus problemas e soluções nas suas particularidades e suas áreas distintas. Espero que tenham sucesso com a boa leitura da revista. Recomendo. Professor Doutor Antonio Vico Mañas. Pós-doutor em Administração pela FEA/USP, doutor em Ciências Sociais pela PUC/SP e mestre em Administração pela PUC/SP. Professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (FEA). |
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Claro que fui me inteirar. Procurei em livros, perguntei a um amigo, fui à cata no aplicativo famoso, em outro aplicativo ligado à inteligência artificial e pasmem, até em algumas revistas que tive próximas. E descobri: que enquanto os jornais são planejados para atrair o público em geral, as revistas pretendem divulgar textos específicos a grupos com interesses específicos. Sua evolução aconteceu na Europa. Dos folhetos impressos para os panfletos, e destes para os almanaques, foram sendo preenchidas faixas consideradas intermediárias entre os jornais e os livros. Considera-se que a primeira revista tenha sido a publicação alemã de 1663, Erbauliche Monaths-Unterredungen (Discussões Mensais Edificantes). Ela teve por responsável em seu início Johann Rist, poeta e teólogo de Hamburgo, a revista refletia fortemente suas duas vocações e apareceu irregularmente uma vez por mês durante cinco anos. Outras revistas de tendência religiosa ou filosófica logo apareceram, entre elas, o chamado Journal des Seavans a mais antiga revista francesa, em 1665, e a Philophical Transactions, da Royal Society de Londres, no mesmo ano. Mais para a frente, Filosofia, religião e literatura vieram a se fundir na primeira revista italiana, a Giornale de Letterati, que se originou em 1668 sob a edição do clérigo e estudioso Francesco Nazzari. Mas, dito tudo o que coloquei anteriormente, volto à realidade e percebo que uma boa quantidade de pessoas e da mídia em geral, diz costumeiramente que, estamos em crise. De minha parte, aqui assistindo e convivendo com quase tudo, digo, ou melhor pergunto: E quando nâo estivemos? No dia a dia, nos negócios, nas relações quaisquer que sejam elas, corremos cada um de nós, riscos. Os chineses afirmam, em sua filosofia milenar, que crises trazem oportunidades e riscos. Eu, por minha conta acrescentaria, se há crise, podem aparecer ou ser vislumbradas oportunidades. São esses momentos, todos, que nos mostram problemas, que nos levam a buscar soluções e que nos fazem aprender a fazer algo ou a não o repetir. É esse o momento em que nasce o empreendimento, surge o estudo, acontece a pesquisa, apresentam-se teorias e práticas, a ciência e por que não, os fakenews. Ao obter dados, trabalhando-os ganhamos informações que tratadas com carinho nos levam a ter conhecimento. Com esses conhecimentos chegamos ao saber, à sabedoria. É preciso usá-la e passar a outros, para que façam uso, que evoluam, e evoluam com mais dados, para passar a outras gerações, deixar como legado e isso só ocorre via comunicação. A comunicação, que pode ser falada, contando para os outros, chamando a atenção via histórias trabalhadas e bem apresentadas, ou, pode e deve ser escrita. Escrever algo, fruto de pesquisa, de estudo, demanda regras, umas mais jornalísticas, noticiosas, outras científicas. E aqui temos a Refas, a Revista Fatec Zona Sul, que apresenta trabalhos ricos, contundentes, que alimentam aos leitores. E que se encontra aberta para recepcionar autores e apresentar artigos que contém saberes suficientes para permitir aos leitores seguir caminhos que cada um saberá identificar no meio das suas ou do seu ambiente, crises, com seus problemas e soluções nas suas particularidades e suas áreas distintas. Espero que tenham sucesso com a boa leitura da revista. Recomendo. Professor Doutor Antonio Vico Mañas. Pós-doutor em Administração pela FEA/USP, doutor em Ciências Sociais pela PUC/SP e mestre em Administração pela PUC/SP. Professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (FEA).Faculdade de Tecnologia da Zona Sul2025-02-28info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://www.revistarefas.com.br/RevFATECZS/article/view/787Refas - Revista Fatec Zona Sul; v. 11 n. 3 (2025); 1-2Refas - Revista Fatec Zona Sul; Vol. 11 No. 3 (2025); 1-2Refas - Revista Fatec Zona Sul; Vol. 11 Núm. 3 (2025); 1-22359-182X10.26853/10.26853/Refas_ISSN-2359-182X_v11n03_00reponame:Revista FATEC Zona Sulinstname:Faculdade de Tecnologia da Zona Sul (FATEC Zona Sul)instacron:FATECporhttps://www.revistarefas.com.br/RevFATECZS/article/view/787/543Copyright (c) 2025 Refas - Revista Fatec Zona Sulhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0info:eu-repo/semantics/openAccessMañas, Antonio Vico2025-04-30T22:59:33Zoai:ojs.pkp.sfu.ca:article/787Revistahttp://www.revistarefas.com.br/index.php/RevFATECZS/indexPRIhttps://www.revistarefas.com.br/RevFATECZS/oairevistarefas@gmail.com2359-182x2359-182xopendoar:2025-04-30T22:59:33Revista FATEC Zona Sul - Faculdade de Tecnologia da Zona Sul (FATEC Zona Sul)false |
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