Determinação de zonas de conforto térmico por meio da análise comparativa entre diferentes métodos de caraterização de pessoas termicamente insatisfeitas
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | , , , |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Ponta Grossa |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/25061 |
Resumo: | Para manter o conforto térmico e preservar a qualidade ambiental interior de ambientes, por vezes, o ser humano faz uso de sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC). No entanto, devido à crise energética mundial, as edificações devem estar preparadas não somente para proporcionar o conforto térmico adequado aos seus ocupantes, como alinhar estratégias que possibilitem melhor desempenho energético. Nesse intuito, este trabalho teve como objetivo determinar zonas de conforto térmico (TCZ) a partir de diferentes métodos de caracterização de insatisfeitos térmicos. Foram coletadas respostas de 481 estudantes, por meio da aplicação de questionários durante atividades em salas de aula, no inverno brasileiro de 2019. Foram adotados três métodos de determinação de insatisfeitos que geraram três diferentes equações de porcentagem de insatisfeitos térmicos, aqui denominados: APD_1; APD_2 e APD_3, com base na equação original do Predicted Percentage of Dissatisfied (PPD). Por meio do modelo probit, três TCZ foram calculadas: 17,73°C - 22,4°C (APD_1); 20,71°C - 20,93°C (APD_2) e 17,89°C - 24,83°C (APD_3), além de uma zona baseado na regressão linear entre os votos de sensação térmica e a temperatura operativa, de 18,77°C - 22,69°C. Todas as zonas de conforto térmico resultantes deste trabalho possuem temperaturas mais frias que a indicada pelo padrão ASHRAE (2017) de 23ºC - 26ºC para o inverno, mostrando a potencial economia energética na adoção deste tipo de estratégia, mantendo simultaneamente o conforto térmico já que as zonas de conforto foram formuladas para estarem de acordo com a categoria B da ISO 7730 (2005). |