A influência da divisão do trabalho e da troca mercantil no modo de conhecer do ser social

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Aquino, Dayani Cris de
Orientador(a): Lima Filho, Domingos Leite
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Curitiba
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Tecnologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/1402
Resumo: O objetivo deste trabalho é analisar os elementos que influenciaram a transformação do modo de conhecer do ser social ao longo da história. Partimos da indicação de Marx e Engels, acerca da relação entre a consciência e o mundo material, em que afirmam que é o ser social que determina a consciência. Sendo o ser social determinado pelas atividades práticas que realiza, e sendo a práxis produtiva a atividade fundamental de produção e reprodução da vida material, delimitamos nosso objeto a dois elementos: a divisão do trabalho e a troca mercantil. Nossa hipótese se expressa por meio de uma metáfora: antes o conhecimento era um espelho inteiro, porém embaçado. Depois, ele se torna um espelho quebrado, porém com cada pedaço mais nítido. Argumentaremos que a divisão do trabalho “quebra o espelho” transformando o conhecimento de totalidade (espelho inteiro) em unilateralidade (espelho quebrado em vários pedaços). E a troca mercantil “limpa o espelho” transformando o conhecimento que antes era superficial (embaçado) em um conhecimento mais profundo (límpido), por meio da relação entre abstração real e abstração do pensamento. Concluímos que a divisão do trabalho e a troca mercantil transformaram o modo de conhecer de algo mais empírico para algo mais abstrato.