Qualidade de vida no trabalho, gestão do conhecimento e sistemas produtivos: estudo em empresas paranaenses do setor metal-mecânico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Miranda, Isabella Tamine Parra
Orientador(a): Pilatti, Luiz Alberto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Ponta Grossa
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/1446
Resumo: Este estudo tem por objetivo compreender se as ações que se estabelem no âmbito da GC para proporcionar QVT e que configuram um modelo específico de SP estão correlacionadas. Os instrumentos de coleta de dados utilizados são fundamentados no modelo de Walton (1973-1974) para a variável QVT, no modelo de Terra (1999), para a variável GC e nos modelos Fordismo, Toyotismo e Volvismo para a variável sistemas produtivos (SP). A aplicação completa dos instrumentos foi realizada na cidade de Maringá-Paraná em uma amostra de 13 empresas, envolvendo 265 trabalhadores, garantido desta forma uma margem de erro de 5% e um intervalo de confiança de 95%. Constatou-se que existe correlação inversa entre os indicadores de QVT e GC nas empresas investigadas independentemente do seu porte. Os indicadores de QVT são determinantes na classificação das empresas por porte. As empresas de médio e pequeno porte apresentam melhor média de QVT que as microempresas e a de grande porte investigadas. Os indicadores dos instrumentos de GC e SP individualmente não são determinantes na classificação das empresas por porte. O SP das empresas avaliadas é predominantemente flexível. As conclusões do trabalho sugerem que as práticas gerenciais e os sistemas produtivos dessas empresas relacionadas a uma efetiva GC e, consequentemente ao estímulo ao aprendizado, à criatividade e à inovação no contexto organizacional estão associados aos melhores resultados organizacionais. É possível melhorar os índices de QVT considerando a combinação das necessidades dos colaboradores e dos objetivos organizacionais. A QVT possibilita o aumento da produtividade.