Determinação de indicadores de impactos ambientais cumulativos decorrentes da mineração de areia no Vale do Paraíba através de geoprocessamento.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2000
Autor(a) principal: Santo, Eder Luiz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3134/tde-15072024-134243/
Resumo: A mineração de areia na região do Vale do Paraíba começou a tomar corpo por volta de 1949, quando os mineradores da região de São Paulo, que extraíam areia nos rios Pinheiros e Tietê, foram obrigados a buscar novas áreas de extração para suprir a demanda local. Atualmente o Vale do Paraíba é uma das regiões onde mais se produz areia no Brasil. A maior parte dessa produção é destinada à região metropolitana de São Paulo. A atividade extrativa em grande escala trouxe consigo problemas ambientais relevantes tanto para a várzea como para o canal do Rio Paraíba do Sul, em especial no município de Jacareí (SP), pela proximidade com a Capital. Visando identificar indicadores de impactos ambientais provocados pela mineração de areia, foram elaborados mapas de uso do solo de uma área com cerca de 31 km2 da planície aluvial do rio Paraíba no município de Jacareí. As cartas foram geradas a partir de informações obtidas em fotografias aéreas verticais datadas de 1962 (escala 1:25.000), 1986/88 (escalas 1:5.000/1:10.000) e 1997/98 (escala 1:6.000/1:10.000), manipuladas e analisadas dentro de um sistema de informações geográficas (SIG). Alguns importantes indicadores de impacto ambiental decorrentes da atividade mineira, tal como área coberta pela mineração, zonas agricultáveis transformadas em minas, áreas com cavas submersas de extração de areia, retirada da vegetação, modificação do canal do rio, zonas revegetadas e ocupação da Área de Proteção Permanente do Rio Paraíba do Sul, foram identificados e mensurados usando fotos aéreas e SIG.