Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Muramatsu Júnior, Mario |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/45/45134/tde-19082024-140041/
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Resumo: |
A tomada de decisões é um aspecto fundamental da vida cotidiana. Ela ocorre em vários contextos, desde a escolha do que comer no café da manhã até decisões complexas, como escolhas de carreira ou estratégias de negócios. Nesse contexto, uma pergunta natural é: poderíamos prever a decisão de uma pessoa? Para ajudar a responder a essa pergunta, levantamos a hipótese de que o estado do corpo é fundamental para algumas classes de tomada de decisão, por exemplo, decisões de raciocínio rápido e intuitivo realizadas pelo Sistema 1 (modelo de Kahneman). Para medir o estado fisiológico do corpo, propomos usar a interocepçào. É interessante notar que podemos medir a interocepção por meio da variabilidade da frequência cardíaca. Projetamos um experimento em que uma pessoa assiste a um trailer e decide se quer ou não assistir ao filme para testar nossa hipótese. Utilizando um modelo de machine learning, demonstramos que a previsão da escolha de uma pessoa é mais eficaz quando se combina a variabilidade da frequência cardíaca com medidas emocionais, em comparação ao uso isolado das emoções ou das preferências de género do filme, alcançando uma taxa de acurácia de 73%. Esses resultados evidencian1 que o estado fisiológico do corpo está associado ã tomada de decisões, as quais podem ser previstas com base nesses parâmetros com uma precisão aceitável. |