Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Cardoso, Marcio Vivan |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-14032007-145908/
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Resumo: |
A atual tendência ao desenvolvimento de uma odontologia minimamente invasiva tem sido responsável pela introdução de instrumentos e técnicas alternativas de preparo cavitário. Porém, tais tecnologias deveriam não somente preencher os requisitos de uma odontologia conservadora, mas também preparar as paredes da cavidade para o tratamento restaurador adesivo subseqüente. Assim, o objetivo deste estudo foi testar a hipótese nula de que: 1) tanto técnicas convencionais quanto técnicas alternativas de preparo cavitário são capazes de produzir um substrato dentinário receptivo à adesão de sistemas autocondicionantes; e 2) A efetividade adesiva de sistemas autocondicionantes não é influenciada pela interposição da camada de esfregaço. Cem molares humanos íntegros foram aleatoriamente divididos em 20 grupos de acordo com o adesivo e a técnica ou instrumento utilizado. Superfícies planas de dentina média oclusal foram preparadas com instrumento rotatório diamantado convencional (IR); fratura; instrumento rotatório CVD (IRCVD); instrumento ultra-sônico CVD (IUCVD); e laser de Er,Cr:YSGG .Um adesivo condicione-e-lave (Optibond FL/OB) e três autocondicionantes (Adper Prompt L-Pop/AP, Clearfil SE Bond/SE e Clearfil S3 Bond/S3) foram empregados. Os espécimes foram construídos com o compósito Z100/3M ESPE. A resist6encia adesiva foi determinada por meio de teste de microtração após 24 h de estocagem em água a 37oC. Amostras adicionais foram processadas para análise em MEV quanto às características morfológicas apresentas após o preparo das superfícies dentinárias em cada caso. O teste de Kruskal-Wallis (p<0,05) determinou que os grupos preparados com IRCVD, IUCVD e laser apresentaram menores valores de resistência adesiva quando comparados aos grupos controle (IR e fratura). Além disso, os adesivos de menor acidez (SE e S3) foram mais eficientes quando aplicados em dentina fraturada. Concluiu-se que o uso de instrumentos e técnicas alternativas de preparo cavitário comprometeu a adesão à dentina e que a camada de esfregaço influencia de forma negativa a adesão de sistemas autocondicionantes suaves. |