Efeito da expansão rápida da maxila sobre a nasofaringe e o volume nasal: avaliação por ressonância magnética e rinometria acústica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Gallarreta, Fernanda Weber de Morais
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17151/tde-10022011-200557/
Resumo: A mordida cruzada posterior é uma das maloclusões freqüentemente encontrada em pacientes respiradores bucais e a expansão rápida da maxila é o procedimento ortodôntico/ortopédico mais utilizado para a sua correção. Os objetivos deste estudo foram avaliar a área da nasofaringe, por meio da ressonância magnética (RM), e o volume da cavidade nasal, pela rinometria acústica, antes e após a expansão rápida da maxila; e verificar se a área da nasofaringe pode ser avaliada com maior fidedignidade pelo exame de RM do que pelos métodos já descritos na literatura. Foram selecionadas trinta crianças com respiração bucal e/ou mista, de ambos os gêneros, na faixa etária de 07 a 10 anos de idade, em fase de dentição mista, portadoras de mordida cruzada posterior, uni ou bilateral, envolvendo caninos e molares decíduos e primeiros molares permanentes, sem qualquer tipo de tratamento otorrinolaringológico ou ortodôntico. Os exames rinológicos, a ressonância magnética e as documentações ortodônticas foram realizadas antes e 180 dias após a expansão. Os resultados mostraram que houve um aumento estatisticamente significante tanto da área da nasofaringe como do volume nasal após a expansão rápida da maxila; houve correlação positiva entre as áreas da nasofaringe pré e pós expansão, porém não houve correlação entre a área e o volume nasal. Pôde-se concluir que a expansão rápida da maxila pode promover alterações tanto na região da nasofaringe como no volume da cavidade nasal em pacientes com respiração bucal e/ou mista e a RM não necessita ser o exame de eleição para avaliar a área da nasofaringe.