O mobiliário infanto-juvenil da casa paulistana na década de 1950 e suas relações com o espaço físico da criança

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Dantas, Thereza Christina Ferreira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16134/tde-03072012-150545/
Resumo: A presente dissertação trata da produção do mobiliário infantil em São Paulo, no período entre 1950 e 1960. A pesquisa elaborada visou a apresentar um panorama dos aspectos sociais, culturais e econômicos, na primeira metade do século XX, bem como examinar os preceitos educacionais daquele momento, a fim de suscitar hipóteses que ajudassem a localizar o lugar da criança na residência, e o mobiliário produzido para esse(s) espaço(s). O trabalho procurou registrar e analisar a produção do espaço e do mobiliário infantil, sem enfoque específico de idade. O critério adotado foi o do mobiliário que tivesse uma conexão com a criança, com o filho que não se tornou adulto. Pode ser um bebê, uma criança ou um adolescente. O mais importante considerado aqui foi criar uma análise do que estava sendo feito para o filho, quando ocorreu esse fazer específico para a criança. Apoiada no levantamento de imagens efetuado nos jornais e nas revistas especializadas da época procurou analisar quais móveis (cama, berço, cômoda, armários) eram produzidos, quais os materiais empregados na sua produção, e quais desenhos eram utilizados na sua concepção