Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Guimarães, Eleusa Jendiroba |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-28062011-153021/
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Resumo: |
Este trabalho visa a analisar algumas formas do medo na literatura infantil e juvenil de língua portuguesa, com base nos Estudos Comparados de Literatura. Para tal, serão utilizados conceitos como polifonia, dialogismo, intertextualidade e prática social, reveladores de mudanças na forma de se tratar o medo desde a utilização dos mitos, pelos povos primitivos, passando pela didática comportamental dos textos exemplares e culminando na pedagogia da superação em textos modernos. O tema revelou-se interessante para um trabalho de pesquisa, visto ser um ingrediente sempre presente na vida humana, desde a infância, quando as narrativas são de fundamental importância para a construção da alteridade na criança, assim como para revelar a realidade social na busca por transformação e liberdade. A escolha do corpus promoveu a divisão do estudo em duas etapas: a primeira, analisandose textos exemplares, constatando-se o medo como inibidor de comportamentos socialmente indesejáveis, com as obras Chapeuzinho Vermelho, conto de Charles Perrault, e A mãe canibal e seus filhos, conto popular africano adaptado por Júlio Emílio Braz; a segunda, estudando-se textos modernos, caracterizados pela busca do novo, incentivando a transgressão, cuja análise centra-se nas obras Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque, O gato e o escuro, do moçambicano Mia Couto e O gatinho Nicolau, Chapeuzinho Vermelho e o Lobo, de Aurélio de Oliveira. |