Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2000 |
Autor(a) principal: |
Álvares, Cyro Martins Bicudo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18139/tde-16072018-161604/
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Resumo: |
O lixão da cidade de São Carlos foi colocado, aproximadamente por dezessete anos, em uma boçoroca formada em região sedimentar, sobre os arenitos da Formação Botucatu, sem nenhuma espécie de controle prévio, quanto a possibilidade de contaminação do meio físico e, especialmente da água subterrânea. Dada essa possibilidade de contaminação do aqüífero profundo, uma série de estudos são feitos no local, desde a década de 80. Este trabalho vem somar-se aos diversos outros na tentativa de aprofundar o conhecimento das condições em que se encontra o meio físico na região do lixão. Fazendo parte de um projeto maior este trabalho procurou, utilizando as ciências de geologia, geofísica, topografia e química, dar novos elementos e interpretações a esse conhecimento. Geologicamente, detectamos e avaliamos a presença de camadas penetrativas, hidraulicamente menos condutivas, como areias siltosas e, muito provavelmente, arenito silicificado ou diabásio em profundidade, o que poderia fazer que a contaminação não atingisse o aqüífero profundo. Para isso utilizamos o mapeamento geológico e a geofísica em três de suas técnicas: caminhamento elétrico, sondagens elétricas verticais e perfilagem de poços. Quimicamente, avaliamos a contaminação das águas subterrâneas em relação ao sentido do fluxo. |