Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Gomes, Beatriz Maffini |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-01032024-091427/
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Resumo: |
Em edifícios típicos de concreto armado, o volume de concreto das fundações representa grande parte do total do uso do material, sendo um fator relevante para o impacto ambiental do edifício. Este trabalho estimou, por meio do método simplificado de avaliação do ciclo de vida (ACV), a energia e o CO2 incorporados de uma estaca convencional em hélice contínua e analisou o potencial de emissão de CO2 da fundação quando um sistema de bomba de calor acoplado ao solo (ground coupled heat pump) é instalado em fundações profundas. Além disso, o estudo estimou a redução no impacto ambiental da estrutura quando o concreto convencional é substituído por uma formulação inovadora baixa em pegada ambiental concreto de baixo carbono. Desta forma, uma estaca convencional e uma estaca geotérmica foram dimensionadas para compor as fundações do edifício CICS Living Lab e as emissões de CO2 e energia incorporada de cada um dos cenários foram avaliados. O sistema geotérmico acoplado permitiu a substituição do consumo de eletricidade por energia geotérmica, portanto foram analisados os tempos de retorno da energia e CO2 incorporados de toda a fundação, bem como o tempo de retorno apenas para restituir o investimento do sistema geotérmico. O estudo concluiu que a introdução do sistema geotérmico provoca um aumento marginal da energia e CO2 incorporados na fundação e em um horizonte de 50 anos, espera-se que o sistema reduza 15 tCO2e e 175 GJ. Já aplicação de um concreto inovador de baixo carbono resultou em uma redução de 39% no CO2 incorporado e de 41% na demanda acumulada de energia em comparação com fundações feitas com concreto convencional. O estudo ainda pode demonstrar a diferença na emissão de CO2 quando o sistema faz uso de vergalhões de aço virgem ou vergalhões com alto teor de aço reciclado. Por fim, ainda foram discutidas oportunidades de melhorias para o sistema apresentar melhor desempenho. |