Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Mitsuoka, Narjara Ferreira |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8147/tde-23102012-111633/
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Resumo: |
Este trabalho pretende analisar os aspectos do trabalho voluntário de tradução e, em qual medida, ele interfere nas relações socioculturais e sociedade. Para tanto, tomaremos como objeto de estudo um grupo de tradutores voluntários que atuam na Organização Não-Governamental Soka Gakkai Internacional. Como se pretende estudar os agentes que participam desse processo, como parte de uma estrutura social, utilizaremos a teoria de actor-network de Bruno Latour (2005). Com o intuito de analisar a função e o desenvolvimento dos tradutores voluntários envolvidos no processo, sua experiência pessoal e profissional e suas relações socioculturais, utilizaremos a noção de habitus discutida por Pierre Bourdieu (1972; 1990; 2003). Com base nos estudos preliminares, pressupõe-se que os atores que desenvolvem esse trabalho voluntário de tradução compartilham princípios e disposições semelhantes, ou seja, possuem basicamente os mesmos habitus e negociam as regras que regem o seu trabalho de acordo com a prática, e não partindo da teoria. Finalmente, busca-se confirmar a premissa de que, para o grupo em questão, os valores que permeiam o seu trabalho, a despeito da recompensa financeira, agregam novas características ao trabalho de tradução, sob uma concepção mais humanista e social. |