Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Jorgeane da Mota Trindade de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-03052019-171305/
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Resumo: |
A fadiga relacionada ao câncer (FRC) é um sintoma frequente entre pacientes em tratamento oncológico e pode ocorrer em todas as fases do tratamento, afeta a qualidade de vida do paciente, por vezes o impossibilitando de realizar tarefas. Ainda não se sabe o que causa essa fadiga, se fatores psíquicos, emocionais, físicos ou a junção de tudo ou o próprio tratamento. Cerca de 70% dos pacientes com câncer irão passar por essa experiência em alguma fase do tratamento ou término dele. Objetivos: Analisar as características do desenvolvimento e manutenção da força muscular e dos níveis de neuroativação registrados durante os testes de esforço isométrico em indivíduos que tiveram câncer de mama em comparação com indivíduos saudáveis. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, com análise quantitativa no ano de 2018 em São Carlos-SP. Participaram da pesquisa 18 mulheres, sendo 9 do Grupo Controle (GC) e 9 consideradas Livres do Câncer de Mama (LCM). As voluntárias tinham idades entre 40 e 65 anos. Os critérios de inclusão foram: mulheres que tiveram câncer de mama como tumor primário, que haviam concluído a terapia até 6 meses antes da pesquisa, que não tivessem quaisquer tipos de lesões em membros superior e/ou inferior. A pesquisa foi realizada em uma única etapa, onde a média de tempo para cada voluntária era de 1 hora e 30 minutos. Análise de dados: dados coletados pelo software WINDAQ® e o MiotecSuite 1.0, com resultados analisados e tratados através de rotina Matlab e teste T student utilizando o programa R. Resultados: Para os testes de força, o teste isométrico das 3 tentativas para membros superiores e inferiores entre o GC e o LCM, não houve diferenças significativas. A 4ª tentativa para o Teste-t (p<0,05) apresentou uma média de p=0,03338, para as sobreviventes do câncer de mama. Não foi encontrada nenhum resultado significativo para o desvio padrão normalizado com o resultado de p=0,07278. Conclusão: Para membro inferior os testes com tensiômetro baseado em célula de carga houve diferença significativa entre os grupos. No caso das mulheres LCM a força de membro inferior foi menor quando comparadas ao GC. |