Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2005 |
Autor(a) principal: |
Pantano, Telma |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-08082005-102210/
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Resumo: |
O objetivo deste estudo foi verificar a elaboração e a recontagem de histórias de crianças com o diagnóstico de depressão maior unipolar (DSM-IV, 1997), bem como a influência da terapia medicamentosa com fluoxetina em um estudo duplo-cego longitudinal controlado com placebo. Fizeram parte do estudo trinta sujeitos com idades entre 10 e 14 anos e diagnosticados com depressão, randomizados para o uso de fluoxetina ou placebo. Ambos os grupos foram avaliados quanto à elaboração livre de textos orais e escritos e à recontagem de textos (fábulas de Êsopo ou La Fontaine) na etapa 0 (sem o uso de medicação) e na etapa 3 (três meses após a introdução de medicação ou placebo). Os textos foram analisados de acordo com o modelo de Kintsch e Van Dijk (1978), baseado no número de macro e microestruturas produzidas e/ou recordadas e nos componentes relativos à superestrutura textual. A este modelo foi acrescida a análise do conteúdo proposicional (positivo, negativo ou neutro), com o intuito de observar o fenômeno da memória condizente com o humor". Não foram observadas diferenças significativas com relação a esses critérios entre os grupos ou períodos analisados, nem quanto à produção e/ou recontagem de textos orais ou escritos, mesmo com a melhora da sintomatologia clínica observada por meio da escala CDRS (Poznanski & Mokros, 1996). |