Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Alexandre Junior, Veriano |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17140/tde-16082024-115405/
|
Resumo: |
Pacientes com epilepsia refratária podem apresentar baixa qualidade de vida em consequência não apenas das crises, mas, também, dos efeitos adversos do tratamento e das comorbidades psiquiátricas, principalmente a depressão. O estudo avaliou a utilidade de um instrumento estruturado com o objetivo de reduzir os efeitos adversos do tratamento. Foram incluídos 102 pacientes adultos com epilepsia fármaco-resistente em um estudo prospectivo, observacional e randomizado. Os questionários Adverse Events Profile (AEP), Beck Depression Inventory (BDI) e Quality Of Life In Epilepsy (QOLIE-31) foram completados pelos pacientes nas duas visitas do estudo. Pacientes com escore AEP≤45 foram randomizados no grupo intervenção (21 pacientes) ou no grupo controle (22 pacientes). No grupo intervenção, os escores AEP foram disponibilizados para o médico atendente durante as visitas. A qualidade de vida se correlacionou inversamente aos efeitos adversos, depressão e frequência de crises. Não houve diferença significativa no escore AEP, entre as visitas, nos dois grupos randomizados. Em outras palavras, a intervenção não reduziu significativamente os efeitos adversos apresentados pelos pacientes em nosso estudo. Palavras chave: epilepsia fármaco-resistente; drogas antiepilépticas; efeitos adversos. |