Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Eckstein, Bárbara |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11135/tde-09022009-164723/
|
Resumo: |
Plantas de crista-de-galo (Celosia argentea) e pluma-de-flamingo (Celosia spicata) são ornamentais de flores exuberantes muito apreciadas. Recentemente, em logradouros públicos de Piracicaba (SP) foi observado que plantas de ambas as espécies exibiam sintomas típicos de doenças causadas por fitoplasmas, como redução foliar, superbrotamento de ramos laterais, enfezamento da parte aérea e filodia. Com o objetivo de demonstrar que tais organismos estavam associados à doença, o presente trabalho foi conduzido. Vinte e quatro amostras de folhas e ramos obtidas de plantas sintomáticas foram submetidas à extração do DNA total, o qual foi empregado para a detecção de fitoplasmas, conduzida por duplo PCR com os iniciadores P1/P7 ou P1/Tint e 16F2n/16R2. Plantas assintomáticas de celosia foram usadas como controle negativo, enquanto plantas de vinca experimentalmente infectadas por fitoplasmas serviram como controles positivos. Fitoplasmas foram detectados em 50% das plantas sintomáticas analisadas, através da amplificação de um fragmento genômico de 1,2 Kb, visualizado na forma de banda, em gel de agarose. Amplificações foram observadas para o controle positivo, porém nenhuma banda foi visualizada quando DNA de plantas assintomáticas foi usado na reação de PCR. O emprego de iniciadores específicos revelou que todos os fitoplasmas encontrados eram pertencentes ao grupo 16SrIII. Análises de RFLP, usando as enzimas HinfI, HpaII, TaqI, RsaI, KpnI, HaeIII, MseI, HhaI e Bsh 1236I e análises filogenéticas, baseadas na seqüência nucleotídica do 16S rDNA, confirmaram que o fitoplasma encontrados era afiliado ao grupo 16SrIII, subgrupo J. A transmissão experimental, via cuscuta, do fitoplasma presente em planta de crista-de-galo para planta de vinca evidenciou a natureza infecciosa da doença e que seu agente é, provavelmente, um fitoplasma. |