Os agentes de autocuidado e a utilização de orientações disponíveis no cenário do processo cuidativo da criança portadora de fissura lábio-palatal

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Mondini, Cleide Carolina da Silva Demoro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7135/tde-16012007-121259/
Resumo: O presente estudo teve como objetivo identificar como a mãe e/ou pessoa significativa (aqui designada como Agente de Autocuidado – AAC) para a criança, fazem uso das orientações recebidas por ocasião da alta hospitalar, por meio da identificação dos requisitos universais da criança e das habilidades referidas pelo AAC em realizar os cuidados. Baseado na Teoria do Déficit de autocuidado de Dorothea Orem. Visa ainda, contribuir e oferecer subsídios para a melhoria da qualidade da assistência prestada, dentro do programa de orientação desenvolvido pela equipe interdisciplinar. É um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualitativa segundo BARDIN (1977). Foram realizadas 30 entrevistas com os AAC da criança portadora de fissura lábio-palatal, em dois momentos distintos; a primeira realizada após a cirurgia antes da alta hospitalar e a segunda no período de 8 a 10 dias após a alta hospitalar realizada por meio de telefonema do AAC para a pesquisadora ou da pesquisadora para o AAC, Após a análise das entrevistas emergiram subcategorias relacionadas aos aspectos emocionais e a habilidade do agente de autocuidado para realizar os cuidados com a criança portadora de fissura lábio-palatal, evidenciando que a grande maioria dos agentes de autocuidado conseguem realizar satisfatóriamente os cuidados e uma pequena parcela vivenciou dificuldades para realizar os mesmos. Frente a estes dados devemos prestar maior atenção às particularidades individuais de cada agente de autocuidado, implementando ações educativas de enfermagem no preparo da alta que venham suprimir tais dificuldades fundamentadas em dados concretos, uma vez que não podemos acompanhar lado a lado o pós-operatório devido a distância que separa a criança do hospital