Avaliação in vitro das superfícies vestibulares desmineralizadas e restauradas com resina infiltrante

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Hanashiro, Fernando Seishim
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Cor
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-13042013-120154/
Resumo: Nos dias atuais, os pacientes tem uma grande preocupação com a estética dos dentes. Alterações de posicionamento é um exemplo de problema que o paciente tem interesse em resolver com o tratamento ortodôntico. No entanto, o próprio tratamento ortodôntico tem como característica o uso de acessórios que podem facilitar o acúmulo de resíduos alimentares e dificultar a higienização. Facilitando o desenvolvimento de lesões cariosas. Este estudo in vitro se propôs a avaliar o efeito do mascaramento de tecido dental desmineralizado quando restaurado com a resina infiltrante. Vinte superfícies vestibulares obtidas através de incisivos bovinos tiveram suas superfícies planificadas. Cada espécime foi individualizado de modo que toda leitura para recolhimento de dados fosse feita na mesma superfície. Os espécimes foram submetidos a análise por espectrofotômetro, para obtenção de coordenadas de cor, e a análise da perda mineral, através de quantificação de fluorescência induzida por luz (QLF), sendo que essas análises foram feitas nos tempos: inicial, pós ciclagem de pH, após restauração com a resina infiltrante e após hidratação da resina infiltrante. A análise inicial foi feita de modo a ser obtido o valores iniciais de cor e de conteúdo mineral dos espécimes. Após a leitura inicial, os espécimes foram submetidos a ciclagem de pH durante 16 dias, permanecendo diariamente em soluções desmineralizadora e remineralizadora por 6horas e 18 horas respectivamente. Após o desafio ácido, os espécimes foram avaliados, sendo este o tempo denominado Inicial. Em seguida os espécimes foram restaurados utilizando a resina infiltrante seguidos de nova avaliação, sendo este tempo denominado Icon. Os espécimes permaneceram em água destilada para hidratação da resina e submetidos a nova avaliação, sendo este tempo denominado Hidratado. Pode-se concluir que a variação total de cor (E), é perceptível ao observador comum, quando comparado à cor inicial com a cor após a restauração. Enquanto que a análise feita pelo QLF, a perda mineral não foi detectada após a hidratação da resina infiltrante.