Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1985 |
Autor(a) principal: |
Burnquist, William Lee |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11137/tde-20220208-044943/
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Resumo: |
O trabalho desenvolvido avaliou a resposta diferencial ao alumínio em 25 populações do Stylosanthus guianensis, urna leguminosa forrageira de origem americana e de ampla distribuição geográfica. Para tanto, as 25 populações foram submetidas a 4 diferentes concentrações de alumínio (0, 4, 8 e 12 ppm) em solução nutritiva. Foram utilizados corno parâmetros avaliativos o comprimento da raiz, comprimento da parte aérea, peso seco da raiz e peso seco da parte aérea. As análises dos diferentes ·caracteres estudados indicaram que haviam diferenças quanto a resposta das populações ao alumínio. O comprimento da raiz é o parâmetro mais indicado para determinar o efeito do alumínio, enquanto o comprimento da parte aérea foi o parâmetro que menor influência sofreu. Os outros caracteres situaram-se numa faixa de sensibilidade intermediária. A análise da regressão dos diferentes parâmetros em função dos níveis de alumínio, foi utilizada para discriminar as populações mais tolerantes das mais sensíveis. Os coeficientes angulares das regressões permitiram identificar as populações EMGOPA 136/75, EPAMIG 66 9/70, EPAMIG 366/76 e SEA 75013, como sensíveis ao alumínio e as populações EPAMIG 664/76, EPAMIG 682/76, EPAMIG 379/76 e SEA 68004 como as mais tolerantes entre as populações estudadas. |