Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2025 |
| Autor(a) principal: |
Rocha, Leonardo Henrique Alves |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-09102025-143500/
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Resumo: |
Introdução: A síndrome da dor miofascial (SDM) é considerada um distúrbio clínico extremamente comum, mas não é totalmente compreendida. A dor no ombro tem uma prevalência vitalícia de até 66,7% na população em geral, e a dor devido a pontos-gatilho miofasciais (PGMs) localizados no músculo deltoide é bastante comum. As análises das correlações entre padrões de inervação e localizações de pontos-gatilho foram bem-sucedidas em outros grupos musculares. Objetivo: O objetivo deste estudo foi fornecer uma análise matemática dos pontos de entrada do nervo axilar no músculo deltoide e correlacioná-los com as áreas descritas de dor miofascial. Método: Dez cadáveres foram cuidadosamente dissecados para medir uma série de parâmetros em cada músculo deltoide. Os pontos de entrada do nervo axilar no músculo deltoide foram colocados em um gráfico cartesiano criado pela divisão do músculo deltoide em 4 quadrantes. A análise estatística foi realizada no número de pontos em cada quadrante. Resultados: O quadrante I apresentou o maior número de pontos de entrada do nervo axilar, com uma média de 6,85 pontos (63%), seguido pelo quadrante III com 2,75 pontos (25%), quadrante II com 1,15 pontos (10%) e quadrante IV com 0,25 pontos (2%). Conclusão: De acordo com a literatura clínica, os ramos do nervo axilar no músculo deltoide corresponderam às áreas descritas dos PGMs. Correlações anatômicas entre os PGMs podem ser ferramentas úteis para obter uma melhor compreensão da fisiopatologia desses distúrbios e fornecer uma base para seu tratamento. |