Eliciação e comunicação de requisitos em domínios disjuntos: estudo de caso para a área médica.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Queiroz, Ricardo Alexandro de Andrade
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3152/tde-23072007-232758/
Resumo: A Engenharia de Requisitos (ER) vem sendo reconhecida como uma área de pesquisa de extrema relevância para o desenvolvimento de sistemas ou artefatos. As maiores causas de falhas ocorridas em projetos são oriundas do processo de aquisição e tradução dos objetivos, necessidades ou restrições estabelecidas pelos clientes e/ou usuários. Estes erros podem aumentar de forma exponencial em projetos que se propõem a desenvolver sistemas ou artefatos que estejam diretamente associados à área cirúrgica, devido a diferença do domínio de conhecimento e o vocabulário entre as mencionadas áreas. Desta forma, verifica-se a importância científica para desenvolver modelos ou métodos que minimizem o problema apresentado. Ajudar na análise e definição, de maneira apurada e precisa, junto ao especialista da área médica, em relação aos movimentos executados em um procedimento minimamente invasivo e auxiliar a área de projetos de engenharia a desenvolver esse tipo de sistema. Este trabalho de dissertação apresenta o desenvolvimento de um modelo de conduta para o processo de eliciação e comunicação de requisitos no cenário em que o desenvolvedor e o especialista pertencem a diferentes domínios, técnicas e linguagens próprias. É também realizada a aplicação prática do modelo, em uma cirurgia minimamente invasiva, em específico à cirurgia da catarata. A aplicação prática foi realizada com o total apoio do Hospital Santa Luzia e do Instituto da Catarata, UNIFESP.