Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Paula, André Luiz Damião de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/96/96132/tde-13022020-160252/
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Resumo: |
As evidências mostram que as campanhas tradicionais de marketing são cada vez menos eficazes. Diante disso, uma série de iniciativas tem sido empreendidas com o objetivo de aumentar a eficiência da publicidade e garantir o fortalecimento de marcas diantes de seus potenciais consumidores. A busca por medidas objetivas do comportamento de consumo tem propiciado nos últimos anos um esforço crescente no sentido de empregar conceitos e métodos da neurociência no marketing, com o objetivo de favorecer o aperfeiçoamento da publicidade, posto que conceitos e métodos da neurociência podem mensurar de maneira objetiva variáveis até então captadas apenas por meio de relatos subjetivos. Há muito se sabe que as emoções exercem efeitos importantes sobre o comportamento de consumo, além disso, consumidores estabelecem relações afetivas com as marcas e produtos de sua preferência. No entanto, verificou-se que até o momento nenhum estudo havia se ocupado de investigar se a indução de emoções incidentais poderia ter algum efeito sobre o nível de atenção visual em propagandas, sendo que foi justamente este o objetivo desta tese. Foram constituídos três grupos independentes, com 20 indivíduos cada um. Cada grupo foi induzido à emoção neutra, alegria e medo e então observou-se o nível de atenção visual através de equipamento de rastreamento ocular, em dez estímulos de propagandas de cerveja. Os resultados revelaram que a indução de alegria aumentou a atenção visual para marca, produtos e faces humanas dentro das propagandas, enquanto que a indução de medo, produziu o efeito contrário. As implicações destes achados para as estratégias de publicidade são discutidas. |