Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Lecca Espinoza, Javier Alejandro |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-05012024-162643/
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Resumo: |
Introdução: Desde o surgimento da COVID-19, houve um aumento significativo na realização de exames de imagem abdominais e pélvicos devido à sintomatologia associada. No entanto, a necessidade de estudar estas alterações de forma detalhada ainda se mantém, dado que as informações disponíveis atualmente são escassas. Objetivos: O objetivo do estudo foi avaliar de forma retrospectiva os achados de imagem do abdômen e pelve (AEP) de indivíduos diagnosticados com COVID-19, atendidos em serviço terciário de atendimento de urgência/referência. Método: Foi realizado levantamento retrospectivo de um período de 2 anos e 6 meses (fevereiro 2020 - agosto 2022), de todos os indivíduos com diagnóstico de COVID-19 confirmado por rtPCR, que foram submetidos a exame de imagem abdominal e(ou) pélvica no serviço terciário de atendimento de urgência/referência. As imagens abdominopélvicas dos indivíduos foram avaliadas e grupos de análise foram criados com base nos achados. Resultados: Foram analisados 904 indivíduos com diagnóstico de COVID-19 e exames de imagem do AEP. Entre eles, 221 indivíduos (24,5%) apresentavam achados abdominopélvicos positivos (radiografia RX n=62; ultrassonografia US n=131; tomografia computadorizada TC n=112; ressonância magnética RM n=10). Os achados de imagem mais frequentes foram dilatação de alças intestinais com 43%, seguida de hepatomegalia com 36,7%, esplenomegalia com 14% e espessamento de alças intestinais com 17,3%. Os órgãos sólidos mais frequentemente afetados foram o fígado, com 44,3%, o baço, com 38% e os rins, com 20%. A taxa de internação foi de 91% e a taxa de óbito foi de 32,1%. Conclusão As alterações intestinais e hepáticas foram os achados mais comuns em pacientes com COVID-19 submetidos a exames de AEP. |