Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2024 |
| Autor(a) principal: |
Tedokon, Paulo Vítor Bueno |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46137/tde-27052025-181052/
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Resumo: |
O aumento da complexidade regulatória e o foco contínuo na qualidade e segurança dos produtos farmacêuticos destacam a importância do estudo das impurezas, especialmente as extraíveis e lixiviáveis nas embalagens primárias. Foi proposto o uso da técnica ICPMS combinado com princípios robustos de gerenciamento de riscos para analisar as impurezas, seguindo as diretrizes da USP e ICH Q3D. A pesquisa centrou esforços nas determinações das impurezas de classe 1 As, Cd, Hg, Pb e de classe 2 Co, Ni e V presentes nas embalagens de vidro e tampas de produtos farmacêuticos. A escolha desses materiais foi estratégica, considerando seu papel crítico na preservação da qualidade e segurança dos produtos farmacêuticos ao longo do tempo. Nos estudos de extraíveis, a abordagem incluiu a consideração da relação área-superfície nas extrações, a escolha de solventes alinhados à diversidade química dos conteúdos das embalagens e a integração de princípios de Química Verde. A técnica de diluição e eliminação de matriz, preferida sobre a digestão, foi aplicada, simplificando o processo sem comprometer a integridade analítica. As determinações mostraram ser importante o controle rigoroso de As e Pb para garantir a segurança dos pacientes. Na validação da metodologia, foram obtidas recuperações em estrita conformidade com as diretrizes da USP e ICH Q3D, entre 75-110%. A precisão, expressa por meio da repetibilidade e precisão intermediária, atendeu aos critérios de aceitação, com um RSD não superior a 20%. Os limites de quantificação (LOQ) para V, Co, Ni, As, Cd, Hg e Pb foram determinados conforme o protocolo da USP. Assim, concluímos que a metodologia analítica proposta não apenas contribui para a compreensão das impurezas elementares em embalagens farmacêuticas, mas também atende aos requisitos mais rigorosos de validação, assegurando a integridade e qualidade dos produtos farmacêuticos destinados aos pacientes. |