Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Fonda, Uysha de Souza |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5155/tde-29112022-161154/
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Resumo: |
O crescimento da aplicação clínica da terapia com radionuclídeos traz a expectativa de utilizar parâmetros dosimétricos mais acurados no planejamento terapêutico. A dose uniforme equivalente (EUD - Equivalent Uniform Dose) é um parâmetro empregado na radioterapia externa, que estabelece a equivalência de uma dose heterogênea com a dose distribuída de forma uniforme no tecido tumoral. Esse parâmetro poderia, em teoria, ser empregada como parâmetro no planejamento da terapia radionuclídica. No entanto, as imagens de tomografia por emissão de pósitrons (PET) ou emissão de fótons único (SPECT) empregadas na estimativa de dosimetria por voxel são uma representação limitada da distribuição real dos radioisótopos no corpo do paciente. A proposta deste projeto foi avaliar a influência de variáveis relacionadas à flutuação estatística e resolução espacial de imagens tomográficas por emissão na estimativa da EUD na dosimetria por voxel. Para essa avaliação, foram realizados estudos com phantoms, analisando a introdução de ruído em imagens paramétricas de dose quando reduzido a concentração de material radioativo. Essa avaliação foi realizada nas imagens isoladas e em sequências de imagens com altas e baixas concentração de radiofármaco. Também verificar se diferentes números de subsets e iterações no método de processamento OSEM, poderiam ter impacto na introdução de heterogeneidade nas imagens paramétricas de dose. Como resultado observamos que houve introdução de heterogeneidade nas imagens paramétricas de dose absorvida com baixas concentração de material radioativo, consequência da flutuação estatística devido ao limitado número de fótons. No estudo das imagens paramétricas de dose absorvida quando agrupadas em diferentes séries temporais, observamos que os valores de dose absorvida no voxel foi menor do que nas imagens isoladas de SPECT. Resultado bastante significativo, demonstrando que há uma dispersão quando os voxels são agrupados para estimativa de dose absorvida para o cálculo dosimétrico. Nas diferentes protocolos de aquisição, percebemos maiores valores do coeficiente de variação nas imagens paramétrica de dose reconstruídas com 4 subsets e 2 iterações em PET. A flutuação estatística intrínseca do sistema de formação da imagem promove a introdução de uma heterogeneidade que não corresponde a distribuição real de dose absorvida no voxel tornando inviável uso do paramétrico que considera uma distribuição uniforme para a estimativa de dose absorvida, como o EUD. Por outro lado, a limitada resolução espacial e efeito de volume parcial levam a perda de contraste e homogeneização na estimativa de dose |