Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Silva, Nathalia Ramos da |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58131/tde-14052015-104945/
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Resumo: |
A candidose bucal acomete grande número de pessoas mundialmente, sendo associada a condições como imunossupressão, radioterapia, tabagismo, higiene bucal, idade, xerostomia e uso de próteses removíveis. Uma importante abordagem terapêutica para essas infecções consiste nos medicamentos antifúngicos, que podem apresentar efeitos colaterais e resultar na resistência dos patógenos. Nesse contexto, a terapia fotodinâmica (PDT) faz-se interessante como alternativa capaz de minimizar essas limitações. Protocolos de PDT poderão ser mais facilmente assimilados à prática clínica se empregarem materiais já aprovados para uso odontológico. Sendo assim, este estudo propõe avaliar o uso de PDT com eritrosina como fotossensibilizador, irradiada por um LED azul, usando-se um modelo animal. Quarenta camundongos tiveram candidose induzida sobre o dorso da língua por meio de imunossupressão e inoculação com Candida albicans. Após estabelecimento da lesão durante cinco dias, os animais receberam um dentre quatro tratamentos possíveis: aplicação da eritrosina 5% seguida de irradiação pelo LED (E+L+); aplicação de eritrosina, somente (E+L-); salina seguida pela irradiação (EL+); e somente salina (E-L-). A fim de distinguir possíveis efeitos colaterais, os mesmos tratamentos foram aplicados em 12 camundongos sem a indução de candidose. O número de unidades formadoras de colônia de C. albicans foi contado após o tratamento, e a mucosa foi submetida à análise histológica para determinar o grau de inflamação. Os dados dos grupos foram comparados por meio de ANOVA e teste de Kruskal-Wallis, (α=0,05). Não foram detectadas diferenças significativas entre os grupos testados quanto à contagem de colônias de C. albicans e o grau de inflamação. O infiltrado inflamatório foi classificado como discreto na maioria dos casos. Os animais com candidose bucal induzida e os saudáveis que foram submetidos aplicação de eritrosina 5% e irradiação pelo LED apresentaram infiltrado inflamatório mais acentuado e lesões mais evidentes na camada epitelial, sugerindo que este protocolo ocasionou danos aos tecidos orais. |