Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2017 |
| Autor(a) principal: |
Valenzuela, Alexandra Vivanco |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/101/101131/tde-26092017-135949/
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Resumo: |
O debate atual sobre as consequências da proliferação de Acordos Comerciais Regionais surge no meio de uma crise de governança no comércio internacional, o qual também questiona o papel da OMC como Organização Internacional que governa este cenário através de princípios e normas multilaterais. No entanto, cientes desta situação, os Estados parecem manter esforços para lidar com tais problemas através da negociação de mecanismos multilaterais para melhorar a governança do sistema multilateral. O Comitê de Acordos Comerciais Regionais (CRTA) que existe há mais de duas décadas é uma peça-chave para compreender as razões pelas quais tais esforços parecem infrutíferos, considerando o fato de que se trata do órgão multilateral encarregado do controle de Acordos Regionais. Assim, a presente pesquisa procura analisar o trabalho e evoluções desse Comitê, considerando diferentes fatores que incidem em seu desempenho, e determinar se um trabalho como o feito pelo CRTA poderia ser uma eficiente forma de governar as relações que surgem da atual organização da produção internacional. |