Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Band, Elisa |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-08032021-231539/
|
Resumo: |
Esta dissertação descreve processos de criação cênica com coletivos heterogêneos, que podem ter entre seus integrantes pacientes psiquiátricos, pessoas com afasia ou com outras particularidades que as distanciam dos padrões hegemônicos de normalidade. Por meio do relato de experiências no meu trabalho como diretora, dramaturga e professora na Cia. Ueinzz, Cia. Zaum, ONG Ser em Cena, Grupo de Estudos e Criação em Performance e no curso de performance do programa Igual Diferente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, o estudo investiga como as singularidades de diferentes modos de existência podem instaurar uma linguagem própria. Buscamos compreender como os materiais cênicos que criamos abrem possibilidades em relação à linguagem teatral, no sentido de rever, à luz desses coletivos, alguns aspectos do teatro contemporâneo e da performance, como a experimentação de diferentes temporalidades, a criação de outros de si e o deslocamento de uma ideia harmônica de beleza. Desse modo, a heterogeneidade acaba se constituindo como elemento de linguagem, de composição dramatúrgica e de encenação. Por fim, refletimos como essas práticas são estéticas e existenciais, e podem nos abrir a outras lógicas de criação e de vida. |