Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Silva, Rafaela Cindy de Sousa |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39136/tde-07052024-151613/
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Resumo: |
Contextualização: estudos sobre os efeitos do autocontrole da demonstração na aprendizagem de habilidades motoras indicam benefícios deste sobre o padrão de movimento, porém, não o fazem em relação a finalidade da execução. A hipótese levantada foi que tais resultados teriam ocorrido devido à quantidade de prática ter sido insuficiente para possibilitar que os aprendizes conseguissem associar as informações sobre as formas que executavam a habilidade motora com aquelas relativas alcance de sua finalidade. Objetivo: investigar os efeitos da quantidade de prática na aprendizagem motora com autocontrole da demonstração. Material e método: participaram do estudo 60 universitários, sem experiência prévia com o basquetebol. A tarefa foi o arremesso de lance livre do basquetebol. A demonstração foi fornecida em vídeo por um modelo habilidoso. Os participantes foram distribuídos em quatro grupos, sendo dois de autocontrole da demonstração (um com 30 tentativas e outro com 120 tentativas de prática) e dois yokeds (com 30 e 120 tentativas de prática) que foram pareados aos dois primeiros em termos de quantidade e frequência de observação da demonstração. O experimento compreendeu uma fase aquisição (arremessos realizados no local de execução do lance livre) e um teste de transferência (alteração no local de execução). As medidas compreenderam: (i) taxa de desempenho relativa à precisão do arremesso, obtida a partir de pontuações que refletiram o arremesso não convertido (zero), o quase acerto, ou seja, ao arremesso em que a bola não entrava na cesta, mas tocava no aro (1 ponto), e o acerto à cesta (3 pontos); (ii) padrão de movimento erros global, mais grosseiros e menos grosseiros; e (iii) à cinemática do padrão de movimento considerando a magnitude e a velocidade dos seguintes ângulos: cotovelo, ombro, quadril e joelho. Resultados: todos melhoraram semelhantemente seus desempenhos em termos de precisão na fase de aquisição e os mantiveram no teste de transferência. Os resultados também mostraram que isso foi acompanhado pelo aumento na quantidade de erros mais grosseiros do padrão de movimento por todos os grupos. Verificou-se que o grupo AC 120 alterou os ângulos do cotovelo e do ombro e as velocidades do cotovelo, do ombro e do joelho ao longo da prática. Conclusão: a quantidade de prática não afetou a aprendizagem do arremesso parado do basquetebol com autocontrole da demonstração. Em conjunto com os resultados de outros estudos, nossos resultados sugerem que o autocontrole da demonstração não afeta a aprendizagem de habilidades motoras |