Políticas de incentivos e a exposição ao risco estratégico: o ponto de vista de conselheiros de administração

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Varreira, Marcelo da Silva
Orientador(a): Zani, João
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Gestão e Negócios
Departamento: Escola de Gestão e Negócios
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4725
Resumo: A aplicação de incentivos monetários e não monetários a executivos, com objetivo de obter uma performance empresarial, de curto ou longo prazo, constitui um dos mecanismos de governança corporativa para alinhamento entre os interesses do acionista majoritário e proprietário (principal) e executivos (agentes). Como ajustador deste alinhamento o papel do Conselho de Administração, bem como dos comitês de apoio como de riscos e de remuneração, são fundamentais. Dependendo do ajuste do sistema, poderá haver uma exposição ao risco estratégico em maior ou menor grau. No Brasil, conforme percepção de conselheiros de administração, este mecanismo não é regulado com objetivo de regular a exposição ao risco estratégico e as políticas de incentivo são alinhadas, em geral, no curto prazo, conforme a performance desejada, levando a custos de controle e monitoramento. Além disto, algumas peculiaridades brasileiras leva a necessidade de modelos de incentivo adequados ao Brasil, sendo, os componentes de incentivo usuais na Europa e Estados Unidos, em alguns casos, conflitantes com a legislação trabalhista e fiscal brasileira.