Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Pires, Gleiton Ariel Guedes |
Orientador(a): |
Dias, João Batista |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica
|
Departamento: |
Escola Politécnica
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Palavras-chave em Inglês: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/6096
|
Resumo: |
O Brasil apresenta grande potencial de geração de energia solar fotovoltaica, em um contexto de crescente demanda de energia. Em vista disso, torna-se necessária a correta e eficaz caracterização elétrica dos módulos fotovoltaicos. Esta caracterização é importante tanto na determinação da curva I-V (corrente – tensão), quanto em outros parâmetros (produtividade fotovoltaica 𝑌�������𝑓�������, perdas de captura Lc e desempenho global PR) de estimativa de produtividade energética. Este trabalho descreve a metodologia utilizada para a caracterização de quatro tecnologias de módulos fotovoltaicos (monocristalino, policristalino, CIGS e silício amorfo) e uma análise de produtividade energética para a cidade Porto Alegre – RS. Para tanto, foi estipulado um gerador fotovoltaico de 1kW pico, considerando um sistema conectado à rede com Fator de Dimensionamento (FDI) igual a 1,0. Utilizando-se o software PVsyst, foram quantificadas as produtividades energéticas devido à inclinação de instalação e à variação azimutal. A análise dos resultados levou em conta três parâmetros: a produtividade dos módulos, as perdas de captura e o desempenho global do sistema PR. Foram analisadas diversas configurações de posicionamento e de inclinação de instalação dos módulos e, posteriormente, foi realizado um comparativo entre os resultados obtidos em relação à produtividade energética na posição de referência, que consiste em instalar os módulos para o norte geográfico com inclinação próxima à latitude do local. A pesquisa indica que os módulos monocristalino e policristalino apresentam bons desempenhos orientados entre leste e oeste com ângulos de inclinação de até 40°. Os módulos CIGS e a-Si apresentam bons índices desempenho orientados a norte e oeste com ângulos de inclinação de até 30°. |