Sustentabilidade e eficiência operacional de companhias abertas listadas na BM&FBovespa: um estudo a partir da análise envoltória de dados

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Oliveira, Reginaldo Aparecido de
Orientador(a): Ott, Ernani
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
Departamento: Escola de Gestão e Negócios
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/5201
Resumo: A pesquisa teve como objetivo analisar a eficiência operacional de companhias pertencentes e não pertencentes à carteira teórica do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA através da análise envoltória de dados. A amostra foi formada por 159 companhias, sendo 57 pertencentes e 102 não pertencentes à carteira ISE. O período de análise compreende os anos de 2005 a 2014, correspondendo o ano de 2005 à criação do ISE. A análise dos dados foi efetuada mediante a utilização da análise envoltória de dados (DEA - data envelopment analysis) pelo método BCC, definido por Banker, Charnes e Cooper (1984), também conhecido como retorno variável de escala (VRS - variable returns to scale) com orientação ao produto, ou seja, a maximização dos outputs. As variáveis utilizadas na análise como inputs foram o ativo circulante, ativo imobilizado e o custo dos produtos vendidos e como output o lucro operacional. Toda a análise foi desenvolvida observando os segmentos de cada grupo de empresa da amostra de forma isolada, visando evitar distorção nos dados. Os resultados obtidos revelam que as companhias da carteira ISE apresentam eficiência operacional inferior às demais companhias, à medida que não alcançaram eficiência operacional de 100% (DEA – BCC – VRS) ao longo dos anos, o que leva a se concluir que o fato dessas companhias serem consideradas como de conduta sustentável, isso necessariamente não se reflete em sua eficiência operacional.