Estudo da dinâmica de epidemias em redes aleatórias

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: LÓPEZ, Alexandra Johanna Esteban
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Estatística e Informática
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Biometria e Estatística Aplicada
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/4466
Resumo: Neste trabalho, apresentamos um modelo determinístico SEIR (Suscetível, Exposto, Infectado, Recuperado) para a dinâmica de epidemias da influenza, calculamos seus pontos de equilíbrio e o número reprodutivo básico (R0) . São mostrados os resultados das simulações da dinâmica de contágio, em uma população subdividida em demes usando três tipos de redes de migração que apresentam a característica de “mundo pequeno” (distâncias relativamente curtas entre os nós da rede e alto grau de acoplamento) e “livre de escala” (presença de nós com alta conectividade) e comparam-se com as dinâmicas de contágio observadas na rede regular. Observamos que a doença espalha-se mais rapidamente na rede livre de escala do que as outras duas, na rede mundo pequeno à medida em que aumentamos a probabilidade de reconexão aumenta a rapidez de espalhamento da doença e na rede regular a doença se dispersa mais lentamente. Para os três tipos de rede, realizaram-se experimentos com diferentes percentagens de indivíduos vacinados, usando duas técnicas de seleção da amostra dos indivíduos, seleçãoaleatória de indivíduos e conglomerados. Os resultados mostram que se a taxa com que um indivíduo recuperado se torna exposto (s ) é 0.4 e tendo 60%de indivíduos vacinados de forma aleatória obtemos uma persistência da doença quase nula, enquanto com vacinação de indivíduos por conglomerados esta persistência é próxima do 80%. Quando se tem s =1, temos que a vacinação aleatória de indivíduos também resulta mais efetiva pois com 80% de indivíduos vacinados temos uma persistência quase nula, enquanto com vacinação por conglomerados mesmo com 99% dos indivíduos vacinados ainda a doença persiste. Aqui, podemos concluir que a vacinação de indivíduos em forma aleatória resulta ser mais efetiva que a vacinação feita a grupos da população.