Aplicação dos modelos lineares generalizados na modelagem da produção leiteira no agreste meridional pernambucano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: FERREIRA, Catiane da Silva Barros
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Estatística e Informática
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Biometria e Estatística Aplicada
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/8760
Resumo: A bovinocultura de leite no Agreste Meridional possui grande importância econômica e social para o desenvolvimento da pecuária em Pernambuco, sendo considerado um dos setores mais sensíveis as instabilidades climáticas. O objetivo do trabalho foi estudar como as condições climáticas e outros fatores externos influenciam a produção de leite de vaca nos municípios que fazem parte da região do Agreste Meridional pernambucano. Foram coletados dados de precipitação no período de 2010 a 2018, através do Instituto Agronômico de Pernambuco - IPA, e dados anuais de produção de leite de 2010 a 2018 no site do IBGE, bem como dados de estabelecimentos de agricultura familiar e cooperativas e/ou associações. Para avaliar melhor a relação entre as variáveis explicativas e a variável resposta, utilizou-se a classe de modelos Lineares Generalizados considerando a produção de leite de vaca como variável resposta. Os resultados encontrados evidenciaram que em 2012, ano de extrema seca a produção média de leite sofreu uma queda de 36% na região. Além disso, verificou-se que o número de estabelecimentos que produzem leite e participam da agricultura familiar foram responsáveis por 61% da produção média de leite no Agreste Meridional e que 57,7% dos municípios possuem cooperativas e/ou associações de produção de leite e apresentaram uma produção média de leite maior em relação aos municípios que não possuíam cooperativas e/ou associações.