Prilocaína e lidocaína, administradas com a orientação do estimulador de nervo periférico, no bloqueio do plexo braquial, em cães

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: GOMES, João Alfredo de Arruda
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Medicina Veterinária
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/5688
Resumo: Objetivou-se com esta pesquisa verificar se a associação do estimulador de nervos periféricos com a prilocaína a 3% ou com a lidocaína 2% constitui uma técnica eficaz de bloqueio regional do plexo braquial, comparando os proventos e desvantagens dos fármacos utilizados. Utilizou-se 30 cães do atendimento de rotina do Hospital Veterinário da UFRPE. Todos os animais foram avaliados quanto a propriocepção, relaxamento muscular, analgesia (dermátomos) e presença de reflexos. Estas avaliações foram efetuadas previamente ao bloqueio, durante e posteriormente a este, até total recuperação das funções. A prilocaína demonstrou ser eficaz na analgesia (tempo médio 109,61 minutos, desvio padrão 23,84 minutos), bem como no relaxamento muscular (tempo médio 120,61 minutos, desvio padrão 23,97 minutos), a lidocaína por sua vez demonstrou ser eficaz na analgesia (tempo médio 94,69 minutos, desvio padrão 15,78 minutos), bem como no relaxamento muscular (tempo médio 106,76 minutos, desvio padrão 15,98 minutos), sendo as características de ambas adequadas para procedimentos cirúrgicos do membro anterior. O emprego do estimulador de nervo periférico para localizar o plexo, teve eficácia de 100% com a prilocaína e 93,3% com a lidocaína. Conclui-se que o uso da prilocaína e da lidocaína administradas com orientação do estimulador de nervo periférico para o bloqueio do plexo braquial constitui uma técnica factível de ser empregada no cão, promovendo com eficiência anestesia de toda a porção do membro anterior, distal à articulação escápulo-umeral, com menor duração da latência motora e sensitiva e maior eficácia quando realizado com a prilocaína.