Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Silveira, Isabele Simões da |
Orientador(a): |
Fior, Claudimar Sidnei |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/284614
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Resumo: |
Carya illinoinensis (Wangenh) C. Koch é uma espécie frutífera, caducifólia pertencente à família Juglandaceae, que produz a noz-pecã. Para a cultura, há demanda pela produção de mudas de qualidade superior e homogêneas, e a técnica de miniestaquia pode ser uma alternativa para essa finalidade. O objetivo do estudo foi avaliar o potencial da miniestaquia, em propágulos de origem seminal, para a produção de mudas de C. illinoinensis, testando épocas de coleta e doses de nitrogênio em relação à produtividade de miniestacas. As sementes foram submetidas à superação da dormência por meio de estratificação e posteriormente foram semeadas em bandejas preenchidas com areia média. Aos 45 dias, foi realizada a transferência dos propágulos para recipientes individuais (1,7 L) preenchidos com areia média. Após 30 dias, realizou-se o desponte das mudas, tratando-as individualmente como minicepas. A irrigação ocorreu diariamente, com lâmina de água diária de 6,4 mm. A adubação ocorreu semanalmente por meio da aplicação de 50 mL/minicepa da solução nutritiva padrão, acrescida da aplicação de tratamentos com as doses de nitrogênio: 7,5; 14,5; 19,5; 27,5 e 33,5 mg/minicepa. As coletas de miniestacas iniciaram 48 dias após o desponte com intervalos de 14 dias. As miniestacas foram colocadas em tubetes de 55 mL, preenchidos com substrato casca de arroz carbonizada e mantidas em estufa com nebulização intermitente. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 5x3 (doses de N x épocas), com quatro blocos de 10 minicepas/parcela. Os dados de produtividade de miniestacas foram submetidos a análise de variância e análise de regressão polinomial. Para a variável produtividade foi constatada interação significativa entre os fatores, apresentando comportamento linear a partir do aumento das doses de N para as épocas do ano. Os resultados superiores foram utilizando sob a maior dose de 33,5 mg/minicepa de N, resultando uma média de 1,8 miniestacas/minicepa por coleta no verão, seguido da primavera e outono com 0,99 e 0,91 miniestacas/minicepa, respectivamente. Esses resultados foram relacionados com as condições climáticas encontradas ao longo das épocas do ano. Entretanto, recomenda-se testar doses superiores de N, até encontrar o ponto de máxima produção. Com isso, a técnica de miniestaquia com propágulos vegetativos de origem seminal mostrou-se potencial na produção de mudas de nogueira-pecã, sendo observada produtividade superior no verão, com o uso da maior dose testada (33,5 mg/minicepa de N). |