Apropriações e invenções : a experiência dos museus comunitários do México (1958/1993)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Oliveira, Patrícia Maria Berg Trindade de
Orientador(a): Possamai, Zita Rosane
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/117822
Resumo: O estudo proposto tem como objetivo examinar dois programas para a Museologia Comunitária: o Programa de Desenvolvimento da Função Educativa dos Museus (Profedem) e o Programa de Museus Comunitários e Ecomuseus, ambos implementados pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), México. Busca identificar o quanto os documentos dos programas citados abarcam das proposições e formulações dos encontros promovidos pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), ocorridos entre 1958 e 1972, e dos encontros ocorridos no ano de 1984, em Quebec, Canadá, e em Oaxtepec, México. A intenção é analisar as representações de museu, educação e comunidade constantes nos programas, cotejando com as resoluções dos encontros internacionais, como meio de identificar possíveis apropriações e invenções em suas concepções. O embasamento teórico da pesquisa dar-se-á a partir da abordagem da História da Educação e da História Cultural, ancoradas em autores como Roger Chartier, Camilo de Vasconcellos, Raúl Méndez Lugo e Sergio Reyes. O trabalho busca capturar práticas diferenciadas e usos contrastados, no sentido de compreender os distanciamentos e as aproximações em relação às concepções, normas e propostas teórico-metodológicas construídas pelos profissionais do campo nos encontros acima elencados, e aquelas presentes nos textos dos programas do Instituto Nacional de Antropologia e História. O estudo constata o protagonismo do México no trabalho com a Museologia Comunitária e finaliza afirmando a importância da participação da população nas ações propostas nos textos dos Programas.