Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Rasche Júnior, Fábio Antonio |
Orientador(a): |
Torrent, Hudson da Silva |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/204500
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Resumo: |
Este trabalho objetiva avaliar o efeito das práticas de gestão escolar adotadas pelos diretores em relação ao desempenho dos estudantes do 5o ano do ensino fundamental das escolas públicas brasileiras na Prova Brasil 2017. Propomos um Índice de Práticas de Gestão (IPG) de caráter contínuo e multivalorado com base nos questionários contextuais do SAEB 2017 a fim de medir o nível de práticas empregado em cada uma das escolas. Verificamos que a probabilidade de notas maiores ocorre para escolas pertencentes ao tercil superior do IPG. Ainda, pelo método de Mínimos Quadrados Ordinários, inferimos que o IPG possui correlação significativa e positiva com o resultado dos estudantes, tanto em matemática como em português. Por fim, aplicamos o método de Escore de Propensão Generalizado (GPS) e função Dose-Resposta (DR) com o intuito de mitigar possíveis problemas relacionados a viés de seleção na identificação do efeito do nível empregado de práticas de gestão sobre desempenho. Ao considerarmos apenas características do estudante e de sua família na estimação do GPS, notamos que o efeito marginal do níıvel empregado do IPG é inicialmente negativo, mas em seguida aumenta para níveis maiores de tratamento. Quando incluímos informações sobre o professor, diretor e escola, nossos resultados apontam que níveis maiores de empregabilidade do IPG estão relacionados a maiores resultados potenciais médios dos estudantes. |