Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Haical, Gustavo Luís da Cruz |
Orientador(a): |
Zanini, Carlos Klein |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/246745
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Resumo: |
Com a entrada em vigor do Código Civil de 2002, uma releitura do importantíssimo contrato de agência tornou-se imperiosa. Tal necessidade adveio do fato de que o Código Civil se tornou o regramento central desse contrato, passando a lei nº 4.886/65 a ter aplicação suplementar. Some-se a isso a necessidade de se analisar esse contrato tendo-se por compreensão ser a relação jurídica obrigacional uma estrutura complexa a desenvolver-se permeada pelo princípio da boa-fé objetiva. Portanto, o presente trabalho tem por finalidade analisar o contrato de agência quanto à sua estrutura, vinculada aos seus elementos tipificadores, que se encontram no artigo 710 do Código Civil, e aos efeitos jurídicos decorrentes quando da sua existência no mundo jurídico. Na primeira parte do trabalho, analisam-se os elementos tipificadores do contrato de agência, sua natureza jurídica e a distinção dos contratos afins. Na segunda parte, analisam-se, sob o prisma da relação jurídica como estrutura complexa, os direitos e deveres do agente e do agenciado. |