Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Carvalho, Vanessa Azambuja de |
Orientador(a): |
Nardi, Henrique Caetano |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/267121
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Resumo: |
Os estudos em terapia de família apresentam narrativas limitantes acerca da experiências familiares de pessoas LGBTQ+. Incluem, quase sempre, uma tragédia na relação com famílias de origem quando alguém publiciza uma vivência divergente do padrão da cisheteronorma. E ao falar de novas configurações familiares focam-se na parentalidade e conjugalidade de sujeitos homossexuais. Experiências balizadas por uma normativa sobre posições sociais fixas de gênero e afetividades higienizadas dentro de uma relação monogâmica. Portanto, o objetivo central desta pesquisa foi descrever e analisar as narrativas sobre experiências familiares de mulheres não heterossexuais, a partir de suas trajetórias de vida, a partir das relações com os seus marcadores sociais, tais como, gênero, sexualidade, raça e classe social. Para isso entrevistei cinco mulheres cisgênero não exclusivamente heterossexuais. Visando, repensar o conceito normativo de família que é reproduzido pelas teorias de terapia de família, a partir das histórias relatadas por essas mulheres. Com isso pretendo colaborar para os campos dos estudos de gênero e sexualidade na temática famílias. |