Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Franceschini, Débora Thompson Biasoli |
Orientador(a): |
Bonilha, Ana Lúcia de Lourenzi |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Palavras-chave em Espanhol: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/89796
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Resumo: |
O parto é um momento único e singular na vida de uma mulher e sua vivência causa impactos físicos e, sobretudo, psicológicos que serão sentidos diferentemente por cada uma. A presença de um acompanhante no trabalho de parto e nascimento tornou-se parte integrante do processo na tentativa de aliviar a dor e as inseguranças das parturientes. Acredita-se que o papel do acompanhante, nesse momento, seja de grande importância e para que essa atenção humanizada se concretize é importante que se conheça esse acompanhante. O presente estudo é classificado como quantitativo de delineamento transversal e visa identificar as características sócio-demográficas do acompanhante, verificar o conhecimento do acompanhante sobre a Lei do Acompanhante, conhecer como foi realizado o acompanhamento da parturiente sob a ótica do acompanhante e identificar o conhecimento do acompanhante sobre o seu papel junto à parturiente. A amostra foi constituída por 100 acompanhantes de parto e a coleta de dados foi por meio de um instrumento aplicado durante entrevistas realizadas no período de maio a julho de 2009 no Alojamento Conjunto do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Os resultados apontaram que 81% dos acompanhantes foram do sexo masculino, companheiros e pais do bebê e para 78%, dos acompanhantes, essa foi a primeira experiência de acompanhamento de parto. Quanto à possibilidade de acompanhamento, 96% tinham sido informados e 36% afirmaram não conhecer a lei do acompanhante. Com relação ao papel a ser desempenhado pelo acompanhante, 56% afirmam ter recebido essa informação. Apesar dos avanços sobre o conhecimento da importância do acompanhante no pré-parto, parto e puerpério e das leis e normativas determinadas pelo Ministério da Saúde, percebeu-se que ainda há muito que evoluir neste cenário. O profissional de saúde necessita desenvolver programas de educação em saúde mais efetiva com as gestantes e seus acompanhantes, estimulando a participação dos mesmos e informando seus direitos. |