Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Lima, Michele Marten de |
Orientador(a): |
Rego, Nelson |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/279150
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Resumo: |
A dissertação tem por finalidade compreender o projeto Fronteiras Educação, ou Fronteirinhas, apelido carinhoso, como uma iniciativa de ensino e educação extraescolares, através de sua intencionalidade e formato, que anda de mãos dadas com a ideia de cidadania, partindo de uma perspectiva experiencial alternativa. As salas de aula convencionais, que dispõem de classes e quadros de giz ou caneta e, agora, também se apresentam nas telas dos computadores ou nos celulares, têm se mostrado por muitas vezes desinteressantes para os estudantes e, mesmo, para os professores. Diante da busca incessante que os professores imprimem no momento de estruturar planos de aula e da ideia, muitas vezes distante, de cumprir no tempo pré-determinado o “conteúdo” programado, da falta de interesse, ou de estímulo, dos alunos, dentre tantos outros desafios com os quais os professores precisam lidar em seu cotidiano, fica a pergunta: o que os alunos aprendem e apreendem? A partir desse quadro, reflete-se sobre a importância de iniciativas que ofereçam, através de educação não convencional, responsável pela disseminação do conhecimento, novas experiências, onde os alunos tenham a oportunidade de refletir sobre a sua existência e se enxerguem cidadãos, como participantes do todo e agentes de transformação. |