Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Flach, Frederico Daudt |
Orientador(a): |
Koller, Otto Carlos |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/13767
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Resumo: |
Após o corte raso de povoamentos adultos de Pinus elliottii, implantados em solos arenosos e mal drenados, na região do Litoral Norte do Rio Grande do Sul, a grande quantidade de sementes ali depositadas durante anos, é responsável por uma regeneração vigorosa da espécie, que após desbaste, possibilita a formação de povoamento florestal comercial. No sistema de manejo atualmente praticado por empresas florestais, a regeneração segue sem qualquer intervenção durante 4 anos. Nesta idade, empiricamente, é executado um desbaste de mais de 70.000 árvores/ha, deixando somente 4.160 árvores/ha. Objetivando estudar o manejo da regeneração dessas florestas, realizou-se esta pesquisa, na qual, através de um delineamento estatístico em blocos ao acaso, com 4 tratamentos e 6 repetições, foram testados os seguintes tratamentos: uma testemunha (sem desbaste de árvores) e três intensidades de desbaste, deixando 1.000, 2.000 e 3.000 árvores/ha. Após 5 épocas de avaliação da circunferência a altura do peito e da altura, realizadas ao longo de 12 meses, foi possível concluir que: 1) As intensidades de desbaste testadas não afetam o crescimento das árvores em altura, mas todas afetaram o crescimento da CAP; 2) A manutenção de 3.000 árvores/ha no primeiro desbaste, efetuado aos 4 anos de idade, permite antecipação do primeiro desbaste comercial. O manejo da regeneração do Pinus elliottii se mostrou economicamente viável, com redução de custos de 50% em relação ao plantio convencional com mudas, e se o primeiro desbaste for realizado antes dos 4 anos de idade, é provável que a resinagem possa ser iniciada antes dos 12 anos de idade das árvores. |