Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Lanzoni, Edson Roberto
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Orientador(a): |
Lopondo, Lílian
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25231
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Resumo: |
Na peça Nória e Prometeu (2005), de autoria do português Nascimento Rosa, surgem, no palco-texto, figuras como Prometeu, Nória, Adão e Eva e elementos da ficção científica. Diante disso, busca-se responder: quem é esse novo Prometeu? Como se reorganizam os elementos arcaicos no discurso contemporâneo? Este trabalho investiga, com base na recontextualização mítica, como é construído o mito de Prometeu na dramaturgia de Nascimento Rosa. Para tanto, examina, comparativamente, os mitos nele presentes no intuito de demonstrar como se aproximam e/ ou se distanciam do paradigma de que se vale. Seu fundamento teórico reside nos estudos discursivos de Mikhail Bakhtin, principalmente nas obras A cultura popular na Idade Média e no Renascimento (2008a) e Problemas da poética de Dostoievski (2008b). Conclui-se que Nascimento Rosa apresenta um texto teatral que amplifica, eleva e rebaixa a significação do roubo do fogo, criando um Prometeu que não é mais titã, não é divino nem humano. |