Anatomia e morfologia de plantas de milho com diferentes números de alelos transgênicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Naiara Scarabeli Zancanari
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/183672
Resumo: Comercialmente os híbridos de milho transgênico são hemizigotos para o evento que os define, ou seja, das linhagens parentais cruzadas, uma é transgênica e a outra convencional. No entanto, híbridos homozigotos também podem ser obtidos pelo do cruzamento de duas linhagens parentais transgênicas. Assim, uma vez que a influência de genes exógenos é pouco conhecida na morfologia, anatomia e fertilidade masculina de híbridos de milho, buscamos com esse trabalho verificar a influência do número de alelos transgênicos nestes caracteres. Foram utilizados cinco diferentes híbridos com o mesmo evento (TC1507xMON89034xNK603) e o isogênico convencional de um deles, além de um híbrido com três diferentes eventos (Bt11, MIR162 e a piramidação de ambos) e seu isogênico convencional. Totalizando 18 tratamentos, que foram conduzidos em casa de vegetação, elaborado em delineamento de blocos casualizados com duas repetições. Quando as plantas estavam em V3-V4 duas delas foram extraídas para avaliação dos caracteres anatômicos do colmo, as restantes foram conduzidas até V5-V6 e avaliados os caracteres anatômicos da folha e raiz, morfológicos da raiz, matéria fresca e matéria seca. Para a avaliação dos caracteres de fertilidade masculina foram instalados em campo o híbrido com os três diferentes eventos, com cinco repetições e utilizadas três plantas como parcela útil. No terceiro dia após a antese a viabilidade e a germinação desses grãos de pólen foram avaliados. Todos os híbridos foram diferentes quanto aos caracteres anatômicos, os componentes morfológicos e a viabilidade do grão de pólen diferiu somente os híbridos que apresentavam a mesma base genética. Quanto aos cinco híbridos com a mesma transgenia e base genética diferentes, não houve um padrão com que as alterações ocorriam, o que não permitiu com que fossem atribuídas aos alelos transgênicos. Nos híbridos com a mesma base genética, mas com eventos distintos, pode-se notar uma tendência de efeitos reducionais nos caracteres anatômicos para os eventos Bt11 e Vip quando em homozigose, no entanto, a homozigose do evento Vip3 favorece os caracteres anatômicos, mas reduzia a viabilidade. Assim, pode-se afirmar que ocorrem alterações quando a transgenia é inserida e quanto a dose de alelos