Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Gandolfi, Micaella Gordon [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/141926
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Resumo: |
Neste estudo, tivemos como objetivo avaliar o efeito clínico do uso do plasma rico em plaquetas (PRP) alogênico, aquecido ou não aquecido, no tratamento de úlcera de córnea, utilizando-se o rato como modelo experimental. Para isso foram induzidas úlceras unilaterais na córnea esquerda de ratos (Rattus norvegicus, variedade albinus) (n=81), machos e fêmeas, os quais foram distribuídos de forma randomizada em três grupos (n=27): grupo controle (GC), o qual não recebeu nenhum tratamento tópico; grupo PRP aquecido (GA) e o grupo PRP (GP); ambos receberam tratamento tópico a cada oito horas, durante cinco dias. Cada grupo foi subdividido em três momentos, de acordo com o período final de avaliação, 24 horas (M1), três dias (M3) e cinco dias (M5). A avaliação clínica foi realizada considerando-se as variáveis opacidade, vascularização e reparação corneal. Foi dosado na córnea o PDGF-BB, utilizando-se o método de Elisa. Houve diminuição da opacidade corneal nos grupos tratados em relação ao GC, no M1, bem como menor tempo na reparação corneal dos grupos tratados quando comparado com GC. Quanto à vascularização, observou-se maior vascularização no M3 em comparação com o M1, apenas no GP. Entretanto não houve diferença na concentração de PDGF-BB, dentre os grupos e momentos. Conclui-se que a utilização de PRP alogênico, aquecido ou não, acelera a reparação corneal, bem como diminui a opacidade corneal; no entanto, não aumenta a concentração do PDGF-BB na córnea. |